Experience of neighbourhood violence and mental distress in Brazilian favelas: a cross-sectional household survey.

Experience of neighbourhood violence and mental distress in Brazilian favelas: a cross-sectional household survey.
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DOI:
10.1016/j.lana.2021.100067
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发表时间:
2021-12
期刊:
LANCET REGIONAL HEALTH-AMERICAS
影响因子:
--
通讯作者:
Priebe, Stefan
Priebe, Stefan
中科院分区:
其他
文献类型:
--
作者:
Cruz, Marcelo Santos;Silva, Eliana Sousa;Jakaite, Zivile;Krenzinger, Miriam;Valiati, Leandro;Goncalves, Dalcio;Ribeiro, Eduardo;Heritage, Paul;Priebe, Stefan

文献摘要

参考文献

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生活在非正规住区,广泛的邻里暴力已被证明与心理健康较差。然而,几乎没有证据表明,这些住区内不同程度的个人经历和对邻里暴力的恐惧是否会影响心理健康。这项研究评估了巴西贫民窟居民的个人经历和恐惧。我们测试了这些变化是否可以预测心理健康症状和生活质量,以及这是否独立于社会人口特征和贫困的影响。在一项对生活在巴西里约热内卢贫民窟的成年人进行的基于人口的调查中,我们评估了:社会人口特征;个人经历的程度和对邻里暴力的恐惧;简明症状量表上的心理健康症状;以及曼彻斯特生活质量短期评估的生活质量。单变量和多变量回归适合预测心理健康症状和生活质量。我们采访了1,211名居民。更多的邻里暴力经历和对暴力的恐惧都预示着更高水平的心理健康症状和更差的生活质量。在多变量回归分析中,在调整了其他因素的影响后,特别是女性性别,年轻和显着的贫困,这种关联仍然显着。即使在整个人口都可能遭受暴力和经济不利的情况下,暴力经历的个体差异仍然对精神痛苦和生活质量产生重大影响。改善非正规住区居民心理健康和生活质量的政策需要分别处理风险因素,最重要的是个人遭受暴力和贫穷的经历。联合王国经济和社会研究理事会以及艺术和人文研究理事会。Viver em assentamentos informatis,com ampla violência na vizinhança,parece estar associado a piores conditiones de saúde mental.没有任何证据表明,在当地,我们有不同的心理体验,也没有任何证据表明我们有暴力行为。这是巴西贫民窟的经验和教训。Testamos se tais variaçaises predizem sintomas de saúde mental e qualidade de维达,e se isso é independente da influência das characterísticas sodemográficas e da pobreza.通过对巴西里约热内卢马雷社区贫民窟居民成年人的调查,观察到:社会人口特征;扩大对暴力和暴力侵害妇女行为的揭露和治疗的经验;心理健康者,一部分是Sintomas Pszatológicos(BSI)的发明者; e qualidade de维达,a partir da escala Manchester Short Assessment of Life(曼萨).回归的单变量和多变量的形式调整,以明确我们的心理健康和生活质量的变化。马雷有1211名成年人居住。Tanto maiores níveis de exposição a experiências de violência na vizinhança quanto迈斯medo dessa violência estiveram relacionados a piores níveis de saúde mental(maior número e intensidade de sintomas no BSI)e pior qualidade de维达.在多元回归分析中,这些关联的持久性对控制其他致命者,特别是性别(女性)、性别(迈斯是年轻人)和贫困人口的影响意义重大。在户田的背景下,人们不可能对暴力和物质经济的发展作出解释,因为不同的个人在经历暴力后会产生不同的心理和生活条件。Políticas帕拉melhorar a saúde mental e a qualidade de维达dos residentes de assentamentos informais,como as favelas,precisam abortar fatores de risco separadamente focando,principalmente,na redução da expossição a experiências pessoais de violência e da pobreza.经济和社会研究理事会(ESRC)e艺术和人文研究理事会(AHRC),ambos do Reino Unido。
Living in informal settlements with extensive neighbourhood violence has been shown to be linked with poorer mental health. However, there is little evidence as to whether different levels of personal experiences and fears of neighbourhood violence within such settlements affect mental health. This study assessed such personal experiences and fears of residents in favelas in Brazil. We tested whether variations predict mental health symptoms and quality of life, and whether this is independent of the influence of sociodemographic characteristics and poverty. In a population-based survey of adults living in a group of favelas in Rio de Janeiro, Brazil, we assessed: sociodemographic characteristics; extent of personal experiences and fear of neighbourhood violence; mental health symptoms on the Brief Symptom Inventory; and quality of life on the Manchester Short Assessment of Quality of Life. Univariate and multivariate regressions were fit to predict mental health symptoms and quality of life. We interviewed 1,211 residents. Both more experiences of neighbourhood violence and more fear of violence predicted higher levels of mental health symptoms and poorer quality of life. In multivariate regression analyses, the associations remained significant after adjusting for the influence of other factors, in particular female gender, younger age, and marked poverty. Even within a context in which the whole population can be exposed to violence and economic disadvantage, individual variations in the experiences of violence still make a significant difference for mental distress and quality of life. Policies to improve mental health and quality of life of residents in informal settlements need to address risk factors separately, most importantly the personal experiences of violence and poverty. Economic and Social Research Council and Arts and Humanities Research Council in the United Kingdom. Viver em assentamentos informais, com ampla violência na vizinhança, parece estar associado a piores condições de saúde mental. No entanto, há poucas evidências de que, nestes locais, os diferentes níveis de experiências pessoais e o medo da violência na vizinhança afetem a saúde mental. Este estudo avaliou experiências pessoais e medos de moradores de favelas no Brasil. Testamos se tais variações predizem sintomas de saúde mental e qualidade de vida, e se isso é independente da influência das características sociodemográficas e da pobreza. Com base em um inquérito domiciliar de base populacional, realizado com adultos residentes em um grupo de favelas do Complexo da Maré, Rio de Janeiro, Brasil, foram observadas: características sociodemográficas; a extensão das experiências pessoais de exposição à violência e o medo da violência na vizinhança; sintomas de saúde mental, a partir do Inventário de Sintomas Psicopatológicos (BSI); e qualidade de vida, a partir da escala Manchester Short Assessment of Quality of Life (MANSA). Regressões univariadas e multivariadas foram ajustadas para explicar variações nos sintomas de saúde mental e qualidade de vida. Entrevistamos 1.211 pessoa adultas residentes na Maré. Tanto maiores níveis de exposição a experiências de violência na vizinhança quanto mais medo dessa violência estiveram relacionados a piores níveis de saúde mental (maior número e intensidade de sintomas no BSI) e pior qualidade de vida. Nas análises de regressão multivariada, tais associações permaneceram significativas mesmo após controlarmos pela influência de outros fatores, em particular sexo (feminino), idade (mais jovem) e pobreza acentuada. Mesmo em um contexto no qual toda a população pode estar exposta à violência e a desvantagens materiais e econômicas, as variações individuais nas experiências de violência ainda assim fazem diferença significativa nas condições de sofrimento mental e qualidade de vida. Políticas para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos residentes de assentamentos informais, como as favelas, precisam abordar fatores de risco separadamente focando, principalmente, na redução da exposição a experiências pessoais de violência e da pobreza. Economic and Social Research Council (ESRC) e Arts and Humanities Research Council (AHRC), ambos do Reino Unido.
DOI: 10.2307/2137258
发表时间: 1996-12-01
影响因子: 5
作者:
Aneshensel, CS;Sucoff, CA
通讯作者: Sucoff, CA
DOI: 10.1162/rest_a_00036
发表时间: 2010-11-01
影响因子: 8
作者:
Blattman, Christopher;Annan, Jeannie
通讯作者: Annan, Jeannie
DOI: 10.11606/s1518-8787.2018052017094
发表时间: 2018-01-01
期刊: Revista de Saúde Pública
影响因子: --
作者:
Duarte-Gómez, María Beatriz;Cuadra-Hernández, Silvia Magali;Cortés-Gil, Jesús David
通讯作者: Cortés-Gil, Jesús David
DOI: 10.1016/j.jad.2014.11.002
发表时间: 2015-03-01
影响因子: 6.6
作者:
Boyd, Anders;Van de Velde, Sarah;Kovess-Masfety, Vivane
通讯作者: Kovess-Masfety, Vivane
DOI: 10.1111/ecoj.12205
发表时间: 2016-06-01
期刊: ECONOMIC JOURNAL
影响因子: 3.2
作者:
Dustmann, Christian;Fasani, Francesco
通讯作者: Fasani, Francesco